O caso ocorreu em novembro de 2025 e o denunciante foi indiciado por intolerância religiosa.
Imagens de câmeras corporais de agentes da Polícia Militar de São Paulo mostram um tenente acusando a diretora da EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) Antônio Bento, na zona Oeste de São Paulo, de "impor regras" e "ditar sua ideologia" no momento em que ela tenta explicar a dinâmica educacional que inclui o estudo sobre a cultura afro-brasileira nas escolas públicas.
O caso ocorreu em novembro de 2025, quando o pai de uma das alunas teria acionado a polícia após a filha chegar em casa com um desenho de Iansã, uma orixá das religiões de matriz africana. Segundo o denunciante, a escola estaria impondo aulas de religião.
Durante a conversa entre a diretora Aline Aparecida Nogueira e o tenente no interior da unidade escolar, a servidora explica que a abordagem afro-brasileira é garantida na Lei Federal 10.639/2003 sobre a obrigatoriedade da abordagem da cultura nas escolas a partir da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional.
"O trabalho da escola não é tirado da minha cabeça ou de outro professor", diz a diretora.
FONTE: CNN Brasil




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