Asfixiada, Havana já conta com apagões que duram mais tempo que horas com eletricidade
O Brasil considera que o governo de Donald Trump tenta asfixiar Cuba, debilitando o regime e abrindo caminho para uma transformação radical na ilha. Mas, apesar de ter mandado remédios e alimentos, o país não tem condições de abastecer Havana com combustível.
O motivo é o regime de sanções imposto pelo governo dos EUA. Com ações na Bolsa de Valores de Nova York, a Petrobras seria imediatamente punida e multada caso tomasse a decisão de enviar barris de petróleo para a ilha.
Outro fator que pesa dentro do governo brasileiro seria a repercussão negativa que uma ajuda para Cuba teria num momento em que Brasília atua para conter o preço dos combustíveis internamente.
Em abril, os cubanos receberam um navio com 700 mil barris de petróleo, vindos da Rússia. Mas a realidade é que Moscou já é alvo de sanções e, portanto, não haveria nada a perder. Todo o combustível enviado, porém, já se esgotou.
Em maio, Cuba viveu seus piores momentos, com apagões que duram mais horas que o período do país com luz elétrica.
Além da asfixia econômica, o governo de Donald Trump insiste em agir contra a cúpula no poder em Havana e sugere que, depois de encerrada a guerra no Irã, o próximo foco será Cuba.
FONTE: ICL




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